Policial

09
AGO
Preso com armas pelo Gaeco, filho de fazendeiro de Costa Rica paga fiança de R$ 7,5 mil
Ele vai responder em liberdade por posse irregular de arma de fogo de uso permitido
Por: Da Redação
Preso com armas pelo Gaeco, filho de fazendeiro de Costa Rica paga fiança de R$ 7,5 mil
Armas apreendidas ontem pelo Gaeco.

Autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo de uso permitido, o filho de um dos fazendeiros presos pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual na manhã de quarta-feira (08), em Costa Rica, vai responder em liberdade. Ele pagou fiança de R$ 7.500 e foi posto em liberdade. No entanto, o pai dele e outras duas pessoas seguem detidas por força de ordem judicial na Delegacia de Polícia Civil.

Conforme noticiado ontem, o homem de 31 anos armazenava na propriedade localizada às margens da rodovia MS-316 três revólveres, duas espingardas, 344 munições nos calibres 38, 16, 20, 12 e 22, carregadores e cápsulas de munição deflagradas. 

Segundo boletim de ocorrência, durante cumprimento de mandado na fazenda, contra o proprietário, produtor rural de 64 anos que é investigado por sonegação fiscal na comercialização de grãos, agentes do Gaeco e os policiais militares de Costa Rica, sargento Fábio Magno Aquino, Sargento Josimar Kuhn, e soldado Matheus Moura flagraram no local um revólver Taurus calibre 38 cromado, um 38 Smith Wesson e outro 38 Rossi cromado, além de uma carabina Rossi 38 e outra de fabricação alemã, bem como os demais objetos.

O filho do fazendeiro assumiu a responsabilidade sobre o armamento e alegou que algumas das armas tinha registro, embora a documentação estivesse vencida, e outras eram herança de família. 

Operação do Gaeco

Alguns produtores rurais, empresários e corretores de Costa Rica integravam um dos cinco núcleos de esquema de falsificação de notas fiscais da venda de grãos com intuito de sonegar imposto. As informações foram apresentadas durante coletiva de imprensa pela promotora de justiça Cristiane Mourão, coordenadora do Gaeco. A operação foi desencadeada para cumprir 32 mandados de prisão preventiva e 104 de busca e apreensão em Mato Grosso do Sul, São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Mato Grosso. 

A expectativa é de que todos os investigados, cujo as identidades foram mantidas em sigilo, tenham causado prejuízo conjunto de aproximadamente R$ 44 milhões ao fisco. As investigações tiveram início em 2016, a partir de denúncias da Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz), que algumas pessoas físicas e jurídicas estavam fraudando documentos para não pagar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), relacionado ao comércio de grãos.
 


Fonte: MS Todo Dia


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