O Ministério da Saúde lançou, na noite de sexta-feira (2), um novo edital do Programa Mais Médicos, que prevê a contratação de profissionais para reforçar a Atenção Primária à Saúde (APS) em todo o país. No Mato Grosso do Sul, 61 cidades foram contempladas, incluindo sete municípios da região norte do Estado: Cassilândia, Costa Rica, Coxim, Figueirão, Pedro Gomes, Inocência e Sonora.
O edital visa preencher vagas desocupadas e formar cadastro reserva para atuação em equipes de Saúde da Família (ESF) e também em Equipes Multiprofissionais de Saúde Indígena (EMSI). A iniciativa busca garantir maior cobertura do Sistema Único de Saúde (SUS) em áreas consideradas prioritárias e de difícil provimento.
Os médicos interessados poderão se inscrever entre os dias 5 e 8 de maio, dentro de três perfis definidos pelo ministério: Médicos formados no Brasil com registro no CRM; Médicos brasileiros formados no exterior; Médicos estrangeiros habilitados.
Ao todo, o programa oferece 3.174 vagas: 3.066 delas distribuídas entre 1.620 municípios brasileiros e 108 destinadas a 26 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs).
A presença de municípios como Cassilândia, Costa Rica, Coxim, Figueirão, Pedro Gomes, Inocência e Sonora no quadro de vagas evidencia a demanda por reforço na atenção básica e representa uma oportunidade para profissionais que desejam atuar no interior do Estado, em regiões muitas vezes carentes de médicos fixos.
O edital segue a nova diretriz do programa, que passou a incluir também a formação de cadastro reserva para evitar descontinuidade dos serviços. Em março, o Ministério da Saúde já havia aberto um chamamento para adesão e renovação das vagas por parte dos municípios e do Distrito Federal, dando aos gestores locais a possibilidade de garantir a continuidade do atendimento.
O resultado da seleção e a alocação dos médicos aprovados devem ocorrer nas semanas seguintes ao período de inscrição, com prioridade para as cidades que apresentarem maior vulnerabilidade no acesso à saúde.
Fonte: MS Todo Dia
Foto: Bruno Rezende/GovMS
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