Gestante de 7 meses é agredida com soco em frente a boate de Sonora e suspeito é contido por populares 

Homem de 33 anos, que usava tornozeleira eletrônica e estaria embriagado, foi contido por populares após tentar agredir a companheira grávida de sete meses com um soco no rosto

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Uma madrugada de sábado (1º de novembro) terminou em violência e prisão em Sonora, Mato Grosso do Sul. Uma mulher grávida de aproximadamente sete meses foi agredida pelo companheiro durante uma discussão em frente a uma boate na Avenida do Povo, no Centro da cidade. O agressor, de 33 anos, foi detido em flagrante pela polícia.

Conforme informações do boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada por volta das 3h da manhã para atender uma ocorrência de confusão generalizada dentro do estabelecimento. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram um tumulto do lado de fora da boate.

No momento da abordagem, as equipes de segurança presenciaram o homem desferindo um soco no rosto da vítima, de 31 anos, que está no sétimo mês de gestação.

A vítima relatou aos policiais que estava no local acompanhada de amigas quando foi chamada para fora pelo companheiro. Ela informou ainda que a briga entre os dois havia começado mais cedo, em casa, e que ela já havia pedido para que ele deixasse a residência.

O agressor apresentava sinais claros de embriaguez. A situação do suspeito era ainda mais grave, pois ele utilizava uma tornozeleira eletrônica, o que indicava que ele deveria estar em recolhimento domiciliar naquele horário. Ao ser abordado, o homem tentou resistir, sendo necessário o uso de algemas para sua contenção.

O boletim de ocorrência revelou um detalhe alarmante: testemunhas que estavam no local informaram à polícia que o suspeito chegou portando uma faca. Populares agiram rapidamente e intervieram para retirar o objeto do homem. A faca, que possuía uma lâmina de aproximadamente 21,5 centímetros, foi entregue às autoridades. A gestante reconheceu o objeto como sendo da casa do casal.

O casal foi imediatamente encaminhado ao Hospital Municipal para a realização de exame de corpo de delito. O laudo médico confirmou a agressão, atestando um edema no queixo da vítima.

Após o atendimento médico, o agressor foi levado à Delegacia de Polícia Civil, onde o caso foi registrado como violência doméstica e ameaça. O fato levanta preocupações sobre o aumento dos casos de violência contra a mulher, especialmente em situações de vulnerabilidade como a gravidez.

Fonte: MS Todo Dia

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