Confusão entre colegas de trabalho termina em pancadaria e prisão no centro de Camapuã

Briga motivada por bebedeira envolveu agressões, resistência à prisão e desacato; caso mobilizou a Polícia Militar na tarde de segunda-feira

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O que deveria ser um momento de descanso entre colegas de trabalho acabou em caso de polícia na tarde da última segunda-feira (12). Uma briga generalizada entre dois homens, de 20 e 31 anos, transformou a fachada de um mercado na região central da cidade em um cenário de hostilidade, exigindo intervenção rápida da Polícia Militar.

O chamado via 190 alertou as autoridades sobre dois indivíduos que estavam "em vias de fato" na Rua Antônio João. Ao chegarem ao local, os policiais confirmaram a veracidade da denúncia: um jovem de 20 anos agredia com socos um homem de 31 anos.

Segundo as investigações preliminares, ambos possuem vínculo profissional e passaram parte do dia ingerindo bebidas alcoólicas. O motivo que desencadeou a violência, no entanto, permanece um mistério, já que o estado de embriaguez dos envolvidos dificultou a prestação de esclarecimentos claros no momento da abordagem.

A situação escalou quando a PM tentou conter o agressor de 20 anos. Visivelmente alterado, o jovem não apenas resistiu à voz de prisão, como passou a proferir ofensas e xingamentos contra a guarnição.

Para garantir a segurança dos transeuntes e da própria equipe policial, foi necessário o uso de algemas para imobilizar o autor, que responderá também pelo crime de desacato.

A vítima, o homem de 31 anos, sofreu ferimentos visíveis, incluindo escoriações na testa e um corte na boca. Ambos foram conduzidos ao hospital local para exames de corpo de delito antes de serem apresentados à autoridade policial.

Fonte: MS Todo Dia

Apesar da violência sofrida e dos danos físicos, a vítima manifestou, já na Delegacia de Polícia Civil, que não tem interesse em representar criminalmente contra o colega de trabalho. Mesmo assim, o caso foi registrado e as providências administrativas quanto à resistência e ao desacato seguirão os trâmites legais.

Fonte: MS Todo Dia

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