Pesca ilegal termina em tiros, prisões e fuga a nado em Água Clara

Polícia fecha o cerco contra quadrilha que matava peixes proibidos; suspeito atirou contra os agentes e pulou no rio para não ser preso

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Uma operação integrada entre as polícias Civil, Militar e Ambiental na madrugada do último sábado (17) terminou com a prisão de quatro homens e a apreensão de armamento e pescado ilegal nas margens do Rio Verde. A ofensiva, que visava combater crimes ambientais na região, foi marcada por momentos de tensão, incluindo troca de tiros e a fuga de um dos suspeitos pelo leito do rio.

A ação teve início por volta das 6h, após um período de monitoramento em pontos estratégicos onde havia suspeita de atividades ilícitas. Ao perceberem a movimentação intensa, os agentes realizaram a abordagem de um veículo, onde foram encontrados diversos apetrechos de caça e pesca, além de exemplares de peixes cuja captura é rigorosamente proibida por lei, como o Dourado.

Confronto

Durante a abordagem, a operação tomou contornos dramáticos. Parte do grupo tentou evadir-se do local saltando nas águas do Rio Verde. Um dos criminosos, armado, efetuou disparos contra as guarnições policiais antes de arremessar a arma na água e conseguir fugir nadando. Apesar das buscas imediatas, o atirador ainda não foi localizado.

Os demais suspeitos, identificados pelas iniciais W.R.S, D.G.J.S. e J.H.V., obedeceram às ordens de parada após a intervenção policial e foram detidos em flagrante. No ponto de apoio utilizado pelos infratores, as equipes localizaram ainda um arsenal com armas de fogo de diversos calibres e dois veículos, que foram apreendidos e encaminhados à delegacia.

Os detidos passaram por exames de corpo de delito no hospital local e agora permanecem à disposição da Justiça. Eles devem responder por uma extensa lista de crimes, que inclui:

  • Pesca ilegal e crime ambiental;

  • Associação criminosa;

  • Resistência e desobediência.

O indivíduo que fugiu já foi identificado como alvo prioritário e responderá também por tentativa de homicídio contra os agentes de segurança e porte ilegal de arma de fogo. A Polícia Militar Ambiental (PMA) segue com as investigações para localizar possíveis depósitos de armazenamento de peixes e identificar outros membros da rede criminosa.

Fonte: MS Todo Dia
Foto: Divulgação

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