Suspeitos de furto somem após se hospedar em obra no Centro de Figueirão

O caso foi registrado como furto e será investigado pela Polícia Civil de Figueirão

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Um furto registrado em uma obra no Centro de Figueirão mobilizou a Polícia Civil. Ferramentas e materiais de construção desapareceram após dois trabalhadores, contratados para a execução de forro de gesso, deixarem o local sem dar notícias. O caso aconteceu na quinta-feira (23).

De acordo com o boletim de ocorrência, o mestre de obras João Bosco Rodrigues da Silva procurou a Delegacia de Polícia do município para relatar o caso. Ele informou que havia contratado uma empresa terceirizada para realizar o serviço de gesso e que o trabalho ficou sob responsabilidade de um homem identificado como Ozenil. Para a execução, Ozenil enviou o filho, Ozimar, acompanhado de outro indivíduo.

Os dois iniciaram as atividades na segunda-feira (22) e, com autorização do responsável pela obra, passaram a se hospedar na parte frontal do imóvel, espaço que contava com ar-condicionado e melhores condições de permanência. Segundo o comunicante, até então o serviço transcorria normalmente, e os trabalhadores foram vistos pela última vez na noite de quarta-feira (22), quando todos deixaram o local.

Na manhã de quinta-feira, ao retornar à obra para dar continuidade aos trabalhos, João Bosco constatou que os dois homens não estavam mais no local. Apesar de o espaço onde eles dormiam aparentar estar organizado, o mestre de obras percebeu sinais claros de arrombamento: uma porta quebrada, com indícios de chute, estilhaços de tijolos próximos à porta de vidro da entrada e marcas de pés nas paredes, o que indica possível luta corporal ou tentativa violenta de acesso ao interior do imóvel.

Ao vistoriar a obra, foi constatado o desaparecimento de diversos objetos, entre eles uma furadeira da marca Makita, um martelete de marca chinesa, uma lixadeira de quatro polegadas da Bosch e cerca de 200 metros de fio preto de 2,5 milímetros.

Ainda conforme o registro policial, o comunicante afirmou que não sabia que os trabalhadores seriam usuários de entorpecentes. Essa informação teria sido repassada posteriormente por Ozenil, pai de um dos suspeitos, durante contato telefônico após o ocorrido. Desde então, diversas tentativas de contato com os envolvidos foram feitas, sem sucesso. Os suspeitos seguem desaparecidos e sem dar qualquer explicação.

O caso foi registrado como furto e será investigado pela Polícia Civil de Figueirão.

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