Homem é preso após ameaçar matar o próprio pai com facão em Cassilândia

Discussão por dinheiro de inventário terminou em ameaças de morte e intervenção da Polícia Militar

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Um homem foi preso na tarde desta quarta-feira (5) após ameaçar matar o próprio pai durante uma discussão familiar em Cassilândia, município localizado na região norte de Mato Grosso do Sul. O caso foi registrado como ameaça no contexto de violência doméstica.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi acionada após denúncias de que o autor estaria ameaçando familiares. No local, o pai do suspeito relatou que o filho passou a exigir a divisão de um valor em dinheiro que está em processo de inventário, afirmando que pretendia utilizar a quantia para comprar ferramentas de trabalho.

Como ainda não há definição sobre a partilha do dinheiro, o homem teria se exaltado e passou a fazer ameaças de morte contra o pai, utilizando um facão. Segundo o relato, ele também afirmou que pretendia adquirir uma arma de fogo para matar quem fosse necessário.

Durante o atendimento da ocorrência, também foi relatado que o suspeito já teria ido anteriormente até a casa da irmã portando um facão, situação que a deixou ameaçada. No entanto, a mulher declarou posteriormente que a ameaça ocorrida nesta quarta-feira teria sido direcionada apenas ao pai.

Conforme o registro policial, familiares informaram que o autor faz tratamento para esquizofrenia, mas estaria há algum tempo sem tomar a medicação prescrita.

Diante da situação, a equipe da Polícia Militar deu voz de prisão ao suspeito. Segundo os policiais, foi necessário o uso de algemas devido ao comportamento agressivo, como forma de garantir a segurança da equipe e do próprio detido.

As partes foram encaminhadas à delegacia para as providências cabíveis.

A vítima manifestou interesse em representar criminalmente contra o autor e solicitou medidas protetivas de urgência. Ela também foi orientada sobre os serviços de apoio psicológico e social oferecidos pelo Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) do município.

Ainda conforme o registro, a vítima afirmou não ter interesse em abrigo provisório nem em retirar pertences da residência. Ela também foi informada sobre os procedimentos legais para eventual abertura de queixa-crime e os prazos previstos na legislação.

Fonte: MS Todo Dia

Foto: Ilustrativa

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