Mega plantio de laranja avança e projeta Paraíso das Águas no mapa da citricultura

Projeto prevê 600 hectares de cultivo e já tem 180 mil pés em implantação; iniciativa promete empregos e impulso econômico

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Com previsão de ocupar 600 hectares, um projeto de cultivo de laranja em larga escala já saiu do papel e avança na fase inicial, colocando o município em evidência na produção de frutas cítricas em Mato Grosso do Sul.

A iniciativa é desenvolvida na Fazenda Lagoa Dourada, onde metade da área já está em implantação. São cerca de 300 hectares com aproximadamente 180 mil pés de laranja, estruturados com sistema moderno de irrigação para garantir produtividade e qualidade.

Na última quarta-feira (11), o prefeito Ivan Xixi esteve na propriedade para acompanhar o andamento dos trabalhos. Ele foi acompanhado pelo secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Meio Ambiente e Turismo, Wilson Matheus, além de equipe técnica da pasta.

No local, a comitiva foi recebida pelo gerente da fazenda, Robson Pereira, que apresentou detalhes do projeto e o estágio atual das atividades. Segundo ele, o empreendimento segue dentro do cronograma previsto.

Desde o início, o projeto é monitorado pela equipe técnica do município, formada pela engenheira agrônoma Larissa Araújo, pela médica veterinária Vanessa Matheus e pela turismóloga Kellen Cunha. O acompanhamento inclui visitas periódicas e suporte técnico, como forma de incentivar o desenvolvimento do setor.

O investimento também conta com apoio do Legislativo. Vereadores estiveram na propriedade em visitas anteriores, sinalizando alinhamento político em torno da iniciativa, considerada estratégica para a economia local.

Apesar do cenário positivo, o avanço da citricultura traz desafios. Um dos principais é o combate ao Greening (Huanglongbing), doença considerada uma das mais severas da cultura da laranja no país. Transmitida pelo inseto conhecido como psilídeo, a praga pode comprometer lavouras inteiras.

Para conter o risco, Mato Grosso do Sul adotou medidas sanitárias, como a proibição do cultivo da murta, planta que serve de hospedeira do inseto transmissor. Em Paraíso das Águas, ações preventivas também já começaram a ser adotadas para proteger os pomares.

A expectativa é de que, com a consolidação do projeto, o município amplie a geração de empregos e fortaleça sua economia, impulsionado pela expansão da citricultura.

Fonte e foto: assessoria

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