Mulher é alvo de denúncias por estelionato em comércios de Costa Rica após pegar produtos e não pagar

Dois boletins de ocorrência apontam prejuízos a lojistas; relatos nas redes sociais indicam prática recorrente

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Uma mulher de 24 anos foi denunciada por estelionato após se envolver em ao menos dois casos de compras sem pagamento em estabelecimentos comerciais de Costa Rica. Os registros foram feitos na Polícia Civil e apontam prejuízos que ultrapassam R$ 2,9 mil.

De acordo com boletins de ocorrência registrados nos dias 17 e 21 de março de 2026, comerciantes da cidade relataram prejuízos após negociações com a mesma cliente, identificada pelas iniciais R. Q. F. 

No primeiro caso, uma comerciante informou que entregou diversas peças de vestuário em regime de venda condicional. Parte dos produtos foi devolvida, porém a cliente permaneceu com outras peças, totalizando R$ 2.199,80. No momento do pagamento, a suspeita teria tentado realizar a transação via cartão, sem sucesso. Em seguida, solicitou o envio de um link para pagamento, alegando que o valor seria quitado posteriormente, o que não ocorreu.

Já no segundo registro, feito por outra comerciante, proprietária de uma loja de roupas, a suspeita adquiriu uma bota e um laço de cabelo, somando R$ 758,00. Conforme o relato, foi encaminhado um link para pagamento, e a cliente teria informado que o genitor realizaria a quitação posteriormente, o que também não se concretizou. Após cobranças, a mulher passou a apresentar justificativas, sem efetuar o pagamento.

Ambas as vítimas relataram à polícia que tiveram conhecimento de situações semelhantes envolvendo a mesma pessoa em outros estabelecimentos comerciais da cidade.

Além dos registros formais, publicações nas redes sociais também apontam que a suspeita teria adotado o mesmo tipo de conduta em outros casos em Costa Rica, solicitando produtos em condicional e não realizando o pagamento, além de contratar serviços de beleza, como aplicação de cílios e design de sobrancelhas, sem quitar os valores.

Os casos foram registrados como estelionato e serão investigados pela Polícia Civil. As vítimas manifestaram interesse em representar criminalmente contra a autora.


Fonte: Jornal MS Todo Dia 

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