Chapadão do Sul recebe debates do Projeto Acolhida em reunião do MPMS na Capital

Encontro destacou reuniões técnicas já realizadas no município e reforçou integração da rede para atendimento a vítimas de crimes violentos e famílias acolhidas

Imagem de compartilhamento para o artigo Chapadão do Sul recebe debates do Projeto Acolhida em reunião do MPMS na Capital da MS Todo dia

Compartilhe:

Ícone Compartilhar no Whatsapp Ícone Compartilhar no Twitter Ícone Compartilhar por e-mail

O auditório do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), na unidade da Rua da Paz, em Campo Grande, sediou nesta quarta-feira (1º) a reunião bimestral do Projeto Acolhida, iniciativa interinstitucional que busca estabelecer um fluxo integrado de atendimento para proteção integral de vítimas sobreviventes e indiretas de crimes como homicídio, feminicídio e latrocínio.

Com gancho voltado ao interior, Chapadão do Sul foi citado entre os municípios que já receberam reuniões técnicas após o 2º Workshop do projeto, realizado em fevereiro deste ano na Capital. O encontro serviu para avaliar avanços, alinhar procedimentos e fortalecer a rede de apoio que atua junto às famílias atendidas.

Durante a reunião, foi apresentado um balanço do workshop realizado no dia 6 de fevereiro, destacando lições aprendidas e pontos considerados essenciais para o aprimoramento dos atendimentos multidisciplinares. Também foram feitos informes sobre a designação do promotor de Justiça Ricardo Rotunno como membro colaborador responsável por implementar ações do projeto na região do Cone Sul.

Outro destaque foi a ampliação do Projeto Acolhida no interior do Estado. Foi registrada a adesão dos municípios de Fátima do Sul e Glória de Dourados, além da negociação avançada para formalização da parceria com Vicentina.

Além de Chapadão do Sul, as reuniões técnicas realizadas após o workshop também passaram por municípios como Jardim, Aquidauana e Ladário, além de incursões em Itaporã e Amambai.

A Secretaria Estadual de Saúde contribuiu com apresentação de Aneth da Silva Benites Lino, gerente da Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis, que detalhou aspectos formais sobre Vigilância em Saúde e reforçou a importância das notificações de violência para garantir maior eficácia nas intervenções.

Representando a Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), o delegado de Polícia Civil Tiago Macedo destacou o papel do MPMS como articulador central da iniciativa.

“O papel do Ministério Público é fundamental porque, além de ter sido o proponente, ele foi o responsável por articular toda a rede. Acompanhando sequenciadamente esse projeto, agregando e trazendo novos órgãos, trazendo novas instâncias para participação e fortalecimento dessa agenda”, declarou.

Fonte e foto: MPMS

Você também pode gostar de ler