Na sessão desta terça-feira (29), a deputada estadual Mara Caseiro (PSDB) questionou duramente a falta de respostas do Tribunal de Contas da União (TCU) em relação ao contrato de concessão da BR-163, sob responsabilidade da CCR MSVia desde 2014.
Em sua manifestação, a deputada ressaltou a importância da duplicação da rodovia em Mato Grosso do Sul, que atravessa o estado de Norte a Sul, e reivindicou o cancelamento das cobranças de pedágio em trechos ainda não duplicados.
O pronunciamento de Mara ocorreu após um requerimento do deputado Junior Mochi (MDB), presidente da Comissão de Acompanhamento do Processo de Relicitação ou Repactuação do Contrato de Concessão da BR-163/MS.
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALEMS) aprovou o pedido, solicitando o apoio da bancada federal para obter esclarecimentos sobre o andamento da duplicação e o cumprimento do contrato pela concessionária.
“Passo pela BR-163 diariamente, e as condições são preocupantes. Pedimos ao TCU uma posição urgente. A falta de respostas é uma vergonha”, criticou Mara, aderindo ao slogan usado no Paraná como protesto: “Sem duplicação, pedágio não.” Segundo ela, é inaceitável que a população pague por um serviço incompleto que coloca vidas em risco.
O contrato inicial firmado com a CCR MSVia previa a duplicação de 843 quilômetros da BR-163, mas, passados quase dez anos, somente cerca de 150 quilômetros foram efetivamente duplicados. Essa demora tem gerado constantes protestos de parlamentares e da população.
Junior Mochi reforçou a indignação, afirmando que “vidas estão sendo perdidas numa rodovia onde o contrato de concessão não foi cumprido na íntegra. A sociedade merece respostas e uma solução definitiva.”
Mara Caseiro conclamou as autoridades federais e o TCU a darem uma posição definitiva sobre o caso, reiterando a necessidade urgente de ações para garantir a segurança dos motoristas e o desenvolvimento da infraestrutura rodoviária no estado.
“Chega! A população de Mato Grosso do Sul não pode mais esperar. Vidas estão sendo perdidas, e queremos uma solução imediata”, finalizou a deputada, intensificando o apelo pela duplicação e pela revisão das condições do contrato de concessão.
Fonte: MS Todo Dia
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